Marés Vivas surpreendeu público pelo ambiente, organização e novo local

“Ainnda não definimos as datas, mas está decidido que será entre 18 e 21 de julho, falta agora determinar se será de 18 a 20 ou de 19 a 21 de julho”, disse o responsável, em conferência de imprensa.

A 12.ª edição do Marés Vivas, que este ano estreou uma nova localização, realizando-se na Antiga Seca do Bacalhau, a 600 metros do anterior recinto, recebeu 110 mil pessoas, depois de esgotar a bilheteira no sábado e “praticamente esgotar” na sexta-feira e domingo, adiantou.

Aumentando a capacidade de 25 para 35 mil pessoas por dia, Jorge Lopes comentou que o festival pode “crescer ainda mais”, algo que irá acontecer já no próximo ano.

“Vamos crescer já para o ano, este ano fomos algo comedidos devido à segurança, quisemos salvaguardar que as pessoas estivessem todas em segurança, mas como correu bem vamos arriscar e aumentar a capacidade”, referiu.

Questionado sobre se o novo local é para manter, o diretor da PEV Entertainment afirmou que é preciso “aguardar pelo que o futuro reserva”.

“Vamos ver se se mantém, estamos muito contentes com esta localização, foi ótima e vamos aguardar para ver o que é que o futuro nos traz”, frisou.

Mais importante, acrescentou, é que a nova localização não tenha defraudado, salientando que se vai ser neste espaço ou noutro 100 metros à frente ou atrás “logo se verá”.

Contudo, Jorge Lopes deixou a certeza de que o Marés Vivas será sempre feito em Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto, e à beira mar e rio.

Já sobre os artistas que poderão compor o cartaz do próximo ano, o responsável revelou que “alguns estão já a ser negociados”, prometendo novidades para outubro.

Nos três dias do festival, a hotelaria esgotou em Vila Nova de Gaia e a restauração teve momentos “absolutamente extraordinários”, ressalvou o presidente da câmara local, Eduardo Vítor Rodrigues.

O autarca realçou o “enorme orgulho” que é para Gaia receber um festival desta dimensão e desta importância, contando que a cidade beneficia “imenso” com ele.

“Ouvi imensa gente a falar outras línguas que não o português, o que demonstra a capacidade de atração do festival”, salientou Eduardo Vítor Rodrigues.

O Marés Vivas, que começou sexta-feira e terminou ontem, com Richie Campbell, Jamiroquai, Goo Goo Dolls, David Guetta Kodaline, Carolina Deslandes, LP e Joss Stone.

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