Ryanair começa a voar diariamente entre Porto e Londres em 22 de Maio

A Ryanair acrescentou a rota entre o Porto e Londres (Stansted) à sua rede reduzida de voos programados, funcionando esta ligação a partir de 22 de maio com um serviço diário, anunciou hoje a companhia irlandesa.

Para além desta nova ligação, em Portugal a Ryanair está, atualmente, a voar entre Lisboa e as cidades de Londres (Stansted) e Dublin.

Em comunicado, a Ryanair refere que “mais de 99%” dos seus aviões ficarão em terra durante as próximas semanas, devido às proibições de voo ou outras restrições impostas pela “maioria dos países da União Europeia”, mas diz estar “a trabalhar com os governos da UE para tentar manter abertas algumas ligações aéreas mínimas por razões de emergência, apesar da ocupação de passageiros ser muito baixa nestes voos”.

Garantindo que irá cumprir “a todo o momento” as restrições estabelecidas, a Ryanair adianta que a programação reduzida de voos da companhia foi prolongada até 28 de maio e diz esperar que os voos regulares da companhia possam ser reativados em julho.

“Apoiamos as medidas tomadas pelos governos da União Europeia para combater o vírus, e esperamos que se implemente um plano coordenado para levantar as restrições de viagem assim que a Europa estiver pronta para voltar a voar e a situação da covid-19 estiver controlada, o que esperamos que seja tão cedo quanto possível. Até lá, vamos cuidar de nós, dos outros, das nossas famílias e das nossas comunidades”, refere.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou cerca de 269 mil mortos e infetou mais de 3,8 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Mais de 1,2 milhões de doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 1.105 pessoas das 26.715 confirmadas como infetadas, e há 2.258 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, vários países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos a aliviar diversas medidas.

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