Museu dos Clérigos reconhecido como membro da Rede Portuguesa de Museus

O Ministério da Cultura reconheceu, em Diário da República, a certificação do Museu da Irmandade dos Clérigos como um dos novos membros da Rede Portuguesa de Museus, decisão essa que entra hoje mesmo em vigor. Assinado pelo ministro Luís Filipe Castro Mendes, o despacho, citado pela Lusa, reconhece que os referidos museus “reúnem todas as condições para integrar a Rede” e considera que isso contribuirá para a “promoção do acesso à cultura e enriquecimento do património cultural português”. O padre Américo Aguiar, presidente da Irmandade dos Clérigos, declarou que “é…

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25 de agosto de 1875 – Fundação da Associação dos Bombeiros Voluntários do Porto.

Em finais do século XIX, dada a grande expansão e desenvolvimento da Cidade, um grupo de notáveis Portuenses decidiu criar uma Associação, cuja finalidade seria dotar a Cidade e a Região com um Corpo de Bombeiros Voluntários que a Cidade há muito pedia e exigia. Nasce, assim, em 1875 a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Porto, inicialmente instalada no Pátio do Paraíso, na Rua do Bonjardim. Actualmente estão instalados no quartel localizado na Rua Rodrigues Sampaio, muito próximo da Câmara Municipal. A ideia de criar na cidade do Porto…

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24 de agosto de 1898 – Dia de São Bartolomeu

24 de agosto de 1898 – Dia de S. Bartolomeu: vão à Foz tomar o tradicional banho de 7 mergulhos, curando toda a espécie de achaques, milhares de pessoas do Porto e periferia.   A festa de S. Bartolomeu,  é a 24 de Agosto. O povo tem o antigo costume de ir à praia tomar o miraculoso banho santo ou dos sete mergulhos. “José Leite de Vasconcelos assistiu em 1880, em Matosinhos, a esta tradição popular. Assim a descreve: “…na véspera à noite e no dia de manhã, chegavam bandos…

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Vídeo: As cheias no Porto em 1962

Quando se pensava que o caudal das águas do rio Douro estava, finalmente, controlado pelas barragens e que o aparecimento de uma cheia não seria mais possível, eis que o inesperado acontece: em janeiro de 1962, a cidade do Porto assiste a uma das maiores cheias de sempre. A quarta, em dimensão, entre as maiores de todos os tempos. Num pri- meiro lugar, nada honrosa, diga-se de passagem, está a cheia de 1739; logo a seguir figura a de 1909; em terceiro lugar a de 1779; e depois vem a…

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PORTO – Incêndio no teatro Baquet – 1888

Com entradas pelas ruas de Santo António (hoje 31 de Janeiro) e de Sá da Bandeira, o teatro Baquet foi mandado construir pelo alfaiate portuense António Pereira Baquet, em 1858. Na noite de 20 de Março de 1888, ficou completamente destruído por um incêndio que deflagrou nos bastidores. Durante a festa de benefício do ator Firmino Rosa um incêndio consumiu em poucas horas todo o interior do Teatro Baquet. A programação – extensa – incluía a ópera cómica Dragões de Vilares e a zarzuela Grã via, ambas do agrado de um…

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Faculdade de Farmácia em chamas – 16 de maio de 1975

Praticamente um ano após o incêndio que destruiu parte do edifício da universidade, na praça de Gomes Teixeira, um outro fogo de grandes proporções destruiu a quase totalidade da Faculdade de Farmácia, na rua de Aníbal Cunha. Passavam poucos minutos das 14 horas quando foi dado o alerta de fogo. Em pouco mais de uma hora, as chamas destruíram todo o edifício, apesar dos esforços de bombeiros, populares, estudantes, professores e funcionários para salvar equipamentos e outros materiais. Primeiro foi destruída a biblioteca, e sucessivamente, os laboratórios de análise físico-química,…

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A casa mais antiga do Porto

A Casa mais antiga do Porto fica junto à Sé do Porto, no “Beco dos Redemoinhos”. De aspecto flamengo, com a chaminé colocada ao cimo da fachada e bem no meio desta, como é característica deste género e que se pensa ter sido construída na primeira metade do século XIV. Uma relíquia escondida que pouca gente conhece e nem os estrangeiros lá vão. Sabem porquê? Porque existe um portão que veda a entrada ao Beco onde se situa a casa mais antiga do Porto! Uma preciosidade inacessível a que nem os portuenses…

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Porque acabaram as touradas na cidade do Porto?

À semelhança de qualquer outra localidade da lezíria do Tejo, o Porto foi igualmente palco de inúmeros festejos tauromáquicos. Porque acabaram as touradas? À semelhança de qualquer outra localidade da lezíria do Tejo, a cidade do Porto foi igualmente palco de inúmeros festejos tauromáquicos durante a idade média, que decorreram com grande fervor nas ruas e praças da invicta até ao século XIX, mas que acabaram por desaparecer com o fim da monarquia pelo desinteresse e repúdio da população portuense em relação ao maltrato injustificado e cruel dos animais.  …

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▶️Vídeo: O Duque da Ribeira

Figura carismática da cidade do Porto, Deocleciano Monteiro, que ficou conhecido por Duque da Ribeira, nasceu a 24 de Março de 1902, e morreu com 94 anos a 9 de Novembro de 1996. Como o seu nome, Deocleciano, era difícil de pronunciar, a mãe passou a chamá-lo Duque da Ribeira, nome pelo qual viria a ser conhecido para o resto da sua vida. Com apenas onze anos, salvou um homem de morrer afogado no Rio Douro, no Porto, e, a partir daí, foi protagonista, ao longo de décadas, de inúmeros salvamentos naquele local. O Duque, que trabalhava como barqueiro no Douro, também retirou do rio os corpos de diversas pessoas que se afogaram. Tornou-se na figura mais popular da Ribeira do Porto e foi alvo de diversas homenagens. A praça junto ao pilar da Ponte Luiz I acabou por receber o seu nome, já depois da sua morte, e, no local, foi colocada uma lápide. Elevado ao estatuto de figura pública, o Duque da Ribeira conviveu com diversas personalidades nacionais e estrangeiras e no seu livro de autógrafos constavam as assinaturas da rainha Isabel II, de Inglaterra, dos presidentes da República portugueses Ramalho Eanes e Mário Soares e do presidente de Moçambique Samora Machel, entre outros.

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