História – Claustros do Porto

Claustro da Sé Catedral. O importante claustro gótico foi começado nos fins do séc. XIV. Apresenta sete grandes painéis de azulejos (segundo quartel do séc. XVIII), com cenas do “Cântico dos Cânticos”, em referência ao diálogo místico entre Deus e a Virgem, padroeira da Catedral. Video sobre os claustros do Porto: Video sobre os claustros do Porto: Claustros do Porto por canal-portuense Segue-nos…

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Vídeo ▶️: “Afinal esta não era a área das balas mas sim das valas”

Joel Cleto recua a “épocas anteriores ao Cerco do Porto” e relembra os documentos sobre a que é agora designada de rua Nossa Senhora de Fátima, onde aparecia o nome da rua “mas com um pequeno grande pormenor, afinal esta não era a área das balas mas sim das valas”. Naquela zona surgiu também a Quinta das Valas onde mais tarde foi implantado o Hospital Militar D. Pedro V. O historiador ressalta ainda “esta particularidade do sotaque portuense de trocar os bês pelos vês”. Segue-nos…

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Vídeo▶️: O Porto na Guerra Fria

A Guerra Fria no Porto por canal-portuense O Porto na Guerra Fria Durante cerca de 30 anos, de 1963 a 1993, a estação sísmica do Instituto Geofísico da Universidade do Porto, situada na Serra do Pilar (Gaia), serviu quase como um “centro de espionagem” para os serviços secretos norte-americanos, que analisavam, no Colorado, os registos aí recolhidos e entregues na embaixada dos Estados Unidos, em Lisboa. Inaugurada em 1962 e integrada numa rede mundial de 125 estações, instaladas em diferentes partes do globo, foi um dos raros instrumentos de vigilância…

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O Duque da Ribeira

 Duque da Ribeira Neste vídeo, um pouco da história dos Duques do Porto Duques do porto por canal-portuense Figura carismática da cidade do Porto, Deocleciano Monteiro, que ficou conhecido por Duque da Ribeira, nasceu a 24 de Março de 1902, e morreu com 94 anos a 9 de Novembro de 1996. Como o seu nome, Deocleciano, era difícil de pronunciar, a mãe passou a chamá-lo Duque da Ribeira, nome pelo qual viria a ser conhecido para o resto da sua vida. Com apenas onze anos, salvou um homem de morrer afogado no Rio Douro, no Porto, e, a partir daí, foi protagonista, ao longo de décadas, de inúmeros salvamentos naquele local. O Duque, que trabalhava como barqueiro no Douro, também retirou do rio os corpos de diversas pessoas que se afogaram. Tornou-se na figura mais popular da Ribeira do Porto e foi alvo de diversas homenagens. A praça junto ao pilar da Ponte Luiz I acabou por receber o seu nome, já depois da sua morte, e, no local, foi colocada uma lápide. Elevado ao estatuto de figura pública, o Duque da Ribeira conviveu com diversas personalidades nacionais e estrangeiras e no seu livro de autógrafos constavam as assinaturas da rainha Isabel II, de Inglaterra, dos presidentes da República portugueses Ramalho Eanes e Mário Soares e do presidente de Moçambique Samora Machel, entre outros. Segue-nos…

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Vídeo▶️ A tragédia da Ponte das Barcas

A tragédia da Ponte das Barcas Em 29 de Março de 1809, durante a segunda Invasão Francesa, o marechal francês Soult entrou de forma inesperada na cidade do Porto. A população assustada tentou cruzar o rio para a outra margem com o objetivo de criar alguma distância em relação aos invasores. Precipitaram-se para uma ponte do Douro, construída sobre uma vintena de barcas que acabou por ceder arrastando as pessoas para o rio. Calcula-se que tenham morrido cerca de quatro mil pessoas. Este desastre é recordado no local onde aconteceu…

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