Partido Comunista Português celebra 100 anos pela “dedicação e o trabalho”

Jerónimo de Sousa, no início da sua intervenção declarou que o partido conseguiu um percurso de cem anos pela “dedicação e o trabalho” de muitos combatentes de várias gerações, “de onde sobressai essa figura ímpar, o camarada Álvaro Cunhal”. A par disto, pede, também, “intensificação de luta”.

O líder comunista afirmou, ainda, que o partido teve uma “intervenção marcante e decisiva”, ainda, que tenha passado por “tempestades” e uma “feroz ditadura fascista” de quase 50 anos: por ter uma natureza de “partido da classe operária”, por assentar na “teoria revolucionária do marxismo-leninismo”, ter um “projeto construído a partir da realidade portuguesa”.

O secretário-geral acrescentou, também, que os problemas graves não se resolvem “dando retoques no mesmo fracassado modelo” que tem sido aplicado no país e que o levou ao “retrocesso e ao atraso” e esclareceu que o PCP não é “força de apoio ao PS”.

O líder do partido afirmou que “O PS no essencial não mudou e PSD e CDS e seus sucedâneos querem o regresso a um passado que o povo condenou” e, assegurou que “Não somos força de apoio ao PS, nem instrumento ao serviço dos projetos reacionários do PSD, CDS e seus sucedâneos. Somos a força da alternativa patriótica e de esquerda e que está na luta pela sua concretização!”

A celebração juntou, também, cem jovens da Juventude Comunista Portuguesa (JCP) num desfile pelos locais mais emblemáticos da capital.

FONTE: Público

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